TP 4 – Oficina nº08 – Unidade 16
Dia 14 de julho de 2009
É preciso voar...
É preciso voar... voar; voar, voar...
Descobrir o que há por trás do muro
O presente já é quase o passado
Voar pra buscar futuro
E voar...
Zé Geraldo
Mergulho no texto
A produção textual- Crenças, teorias e fazeres
Objetivos
- Conhecer as várias funções e formas de perguntas, na ajuda à leitura do aluno;
- utilizar procedimentos que levem à determinação da estrutura do texto;
- utilizar procedimentos adequados para atingir o objetivo de ler para aprender;
- identificar as crenças e teorias que subjazem às práticas de ensino da escrita;
- relacionar as práticas comunicativas com o desenvolvimento e o ensino da escrita com processo;
- identificar dimensões das situações sociocomunicativas que auxiliam no planejamento e na avaliação de atividades de escrita.
Retomada do processo de estudo e questionamento sobre as unidades
Iniciamos nossa oficina revendo alguns aspectos das aulas anteriores.
Em seguida trabalhamos a Seção 1 da unidade 15 “Por que e para que perguntar”
Levei para a oficina o livro “Livro das perguntas” de Pablo Neruda, um livro que traz perguntas em forma de poesia.
“Quantas perguntas tem Dom Pablo? Tantas, nos conta Ferrer, quantas têm os labirintos. E reconta cenários que servem para indagar: portas e fechaduras, cortinas e escadas, livros e folhas. Tantas folhas quantas têm as árvores.”
(Angela-Lago)
Lemos algumas partes do livro, analisamos as ilustrações e discutimos de que maneira trabalhar com os alunos e a importância de incentivá-los com perguntas, pois como o próprio TP diz “Filósofos têm insistido em que o crescimento vem não exatamente de saber respostas, mas de saber perguntar”.
Estudamos o texto “Admirável mundo louco” de Ruth Rocha, pág. 118 e respondemos as questões das págs. 119 e 120.
Em seguida a professora cursista apresentou o Avançando na prática que desenvolveu com seus alunos de 5ª e 6ª séries. Escolheu o Avançando na prática da Seção 2, pág. 133, em que os alunos deram sequência ao diário. Os textos ficaram bastante interessantes e diversificados e todos eles apresentaram a tranquilidade da vida no campo, uma vez que residem na zona rural.
Seguindo a oficina analisamos a poesia “Eu é que pergunto para a caneta” de Gabriel Pensador pág. 161 Seção 1 e “A mão do poeta” de Leo Cunha págs. 162 e 163.
Comentamos os demais textos da unidade 16 e desenvolvemos a atividade proposta pelo TP da oficina 8.
Discutimos sobre o projeto “A hora da leitura” que vem sendo desenvolvido na escola há bastante tempo.
Para finalizar apresentamos as próximas unidade: Estilística e Coesão textual.
Avaliação
As unidades estudadas têm acrescentado muito em nossas atividades e planejamentos.
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