Oficina Palestra
Dia 30 de junho de 2009
TP4 – oficina nº 7 – Unidade 14
Dia 01 de julho de 2009
“Lutar com palavras
é a luta mais vã.
Entretanto lutamos
Mal rompe a manhã.
Lava, escorre, agita
A areia. E enfim na bateia,
fica uma pepita.
Guilherme de Almeida
Leitura, escrita e cultura
O processo da leitura
Objetivos
- Refletir sobre os usos e as funções da escrita nas práticas do cotidiano;
- relacionar o letramento com as práticas de cultura local;
- produzir atividades de preparação da escrita, considerando a cultura local, a regional e a nacional;
- reconhecer texto e leitor como criadores de significados;
- relacionar objetivos com diferentes textos e significados de leitura;
- conhecer a amplitude e o papel do conhecimento prévio na leitura.
Retomada do processo de estudo e questionamento sobre as unidades
Nesta oficina, começamos dando a palavra ao cursista para falar do questionamento lançado na última oficina. Gerou-se muita discussão sobre esse assunto e sobre o projeto da “Hora da leitura” que é desenvolvido na escola, semanalmente.
Continuando, respondemos e discutimos as atividades da seção 1 “O letramento” – pag. 16. Em seguida lemos os depoimentos de Pativa de Assaré e de Paulo Freire – págs. 18 e 19 quanto à leitura e escrita.
Em seguida a professora cursista relatou sobre o Avançando na Prática, cuja atividade desenvolvida foi a da página 31. Discutimos sobre esta atividade, a qual rendeu muitas informações aos alunos e aos professores.
Apresentamos a poesia ‘Cidadezinha Qualquer” de Carlos Drummond de Andrade. Analisamos a poesia, ouvimos o comentário do professor cursista e discutimos sobre o autor e sua obra. Apresentamos também, fotos de Itabira (antiga e moderna).
Dia 30 de junho de 2009
TP4 – oficina nº 7 – Unidade 14
Dia 01 de julho de 2009
“Lutar com palavras
é a luta mais vã.
Entretanto lutamos
Mal rompe a manhã.
Lava, escorre, agita
A areia. E enfim na bateia,
fica uma pepita.
Guilherme de Almeida
Leitura, escrita e cultura
O processo da leitura
Objetivos
- Refletir sobre os usos e as funções da escrita nas práticas do cotidiano;
- relacionar o letramento com as práticas de cultura local;
- produzir atividades de preparação da escrita, considerando a cultura local, a regional e a nacional;
- reconhecer texto e leitor como criadores de significados;
- relacionar objetivos com diferentes textos e significados de leitura;
- conhecer a amplitude e o papel do conhecimento prévio na leitura.
Retomada do processo de estudo e questionamento sobre as unidades
Nesta oficina, começamos dando a palavra ao cursista para falar do questionamento lançado na última oficina. Gerou-se muita discussão sobre esse assunto e sobre o projeto da “Hora da leitura” que é desenvolvido na escola, semanalmente.
Continuando, respondemos e discutimos as atividades da seção 1 “O letramento” – pag. 16. Em seguida lemos os depoimentos de Pativa de Assaré e de Paulo Freire – págs. 18 e 19 quanto à leitura e escrita.
Em seguida a professora cursista relatou sobre o Avançando na Prática, cuja atividade desenvolvida foi a da página 31. Discutimos sobre esta atividade, a qual rendeu muitas informações aos alunos e aos professores.
Apresentamos a poesia ‘Cidadezinha Qualquer” de Carlos Drummond de Andrade. Analisamos a poesia, ouvimos o comentário do professor cursista e discutimos sobre o autor e sua obra. Apresentamos também, fotos de Itabira (antiga e moderna).
Comparamos com as poesias da aluna Maeli Tuani Castoldi e de Mario Quintana.
Minha querida cidade
A cidade onde vivo
É berço de muita alegria
As pessoas trabalham e
Divertem-se todo dia.
Na escola onde estudo
Tem muita paz e amor,
Uma biblioteca com bons livros
Para satisfação de um bom leitor.
Os pássaros que cantam livremente
Na minha terra de poesia,
Alegram muito o sol
Que clareia nosso dia.
Na minha Doutor Ricardo
Faça chuva ou faça sol
Há sempre tempo e espaço
Para o nosso bom futebol.
Venha para Doutor Ricardo
A minha amada cidade
É terra de gente hospitaleira
E muita felicidade!
Maéli Tuani Castoldi
Cidadezinha
Cidadezinha cheia de graça...
Tão pequenina que até causa dó!
Com seus burricos a pastar na praça...
Sua igrejinha de uma torre só...
Nuvens que venham, nuvens e asas,
Não param nunca nem um segundo...
E fica a torre, sobre as velhas casas,
Fica cismando como é vasto o mundo!...
Eu que de longe venho perdido,
Sem pouso fixo (a triste sina!)
Ah, quem me dera ter lá nascido!
Lá toda a vida pode morar!
Cidadezinha... Tão pequenina
Que toda cabe num só olhar...
Mário Quintana
Avaliação
Fizemos a avaliação do nosso encontro com uma discussão bastante interessante e comparamos nossas conclusões à de Pontecorvo:
“[...] a compreensão é um ato interpretativo e criativo, determinado pelas intenções e pelo conhecimento de quem lê não somente pelas palavras de quem escreve.
Convém, assim, diferenciar o “ler” do “compreender o texto”. O ler está relacionado com o reconhecer as palavras e os seus significados. A compreensão do texto utiliza essas palavras para construir imagens, pensamentos, raciocínios.”
(Pontecorvo, 1999:146)
Nenhum comentário:
Postar um comentário