sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Relatório da professora coordenadora



RELATÓRIO DE ACOMPANHAMENTO
PROJETO GESTAR II
DESENVOLVIDO NO MUNICÍPIO DE DOUTOR RICARDO/RS



Doutor Ricardo é um município que se localiza na região Alta do Vale do Taquari no Estado do Rio Grande do Sul, emancipado em 1997 dos Municípios de Encantado e Anta Gorda. Desde sua emancipação político-administrativa a municipalidade, através da Secretaria de Educação, prima por uma educação de qualidade para todos os níveis de ensino. Com essa premissa a SMEC desenvolve projetos voltados à formação do cidadão, resgatando a ética, o respeito, o amor, a solidariedade, a identidade do nosso povo, a preservação do patrimônio histórico/cultural e ambiental, entre outros, com o objetivo de mostrar ao educando a importância de cultivar esses valores na sociedade.
Por isso, hoje o município busca aprimorar e qualificar as ações na área da educação objetivando a formação continuada dos profissionais da educação, que ora, atendem a demanda do ensino nos níveis de Educação Infantil e Ensino Fundamental.

Frente aos novos programas oferecidos pelo Ministério da Educação – MEC, a Secretaria de Educação, na intenção de melhorar as metas da educação municipal, diagnosticou as principais carências da área educacional e eleborou o projeto PAR – Programa de Ações Articuladas, oferecido pelo Ministério da Educação, oportunidade em que priorizou a proposta Formação Continuada aos Profissionais da Educação. Sendo assim, o Município foi contemplado com a aprovação do PAR, que através da parceria entre MEC e a Universidade Nacional de Brasília, proporciona o Programa GESTAR II.
A adesão do nosso Município com o Ministério da Educação propocionou a participação no Curso GESTAR II dos professores efetivos da rede municipal do Ensino Fundamental na área de Língua Portuguesa e Matemática.

Ao exposto, participam do GESTAR II, a Professora efetiva Marisete Thomazi, habilitada em Letras/Ingês, atuando com educandos de 5.ª a 8.ª séries e o Professor efetivo Jones Roveda, atuando na área de Matemática também com educandos de 5.ª a 8.ª séries da Escola Municipal de Ensino Fundamental Olavo Bilac.


E como Professora Coordenadora do Projeto no Município Vânia Maria Cima, que acompanhou e coordenou o desenvolvimento do projeto com os professores cursistas das áreas de Lingua Portuguesa e Matemática, através do planejamento dos objetivos para desenvolvimento das oficinas de estudo, cronograma, programação das atividades e práticas pedagógicas desenvolvidas com os educandos das séries finais do Ensino Fundamental da Escola Municipal Olavo Bilac.

O programa desenvolvido contou com apoio da Administração Municipal, através do Prefeito Nilton da Silva Rolante, da Sercretária Municipal de Educação Daniela Weber Reginatto e da Direção da Escola Municipal de Ensino Fundamental Olavo Bilac representada pela Professora Ivete Ana Paliosa Tassi.

As atividades do Programa Gestar II teve início no mês de maio com a participação da equipe coordenadora, autoridades e professores do quadro do magistério público municipal para que os mesmo tivessem conhecimento da Política Educacional oferecida aos Municípios pelo MEC em parceria com a Universidade Nacional de Brasília.

Na oportunidade foram expostas as metas do município para área da educação, a importãncia da adesão ao programa, para educação municipal e para uma educação de qualidade para o país, também foram colocados os objetivos do Programa Gestar II e disponibilizado amostra do material utilizado (TPs – Cadernos de Teoria e Prática), para realização das oficinas, planejamento de projetos a serem realizados pelos professores formadores em encontros com os professores cursistas objetivando uma melhor preparação no desenvolvimento das atividades escolares.

Também foi nesse espaço, de abertura do Progrma Gestar II, no Município, onde os Professores Formadores puderam manifestar sua satisfação em poder participar do Gestar II, pois, entendem ser momentos valiosos de reflexão e estudo sobre a prática pedagógica, o que vem, enriquecer as ações educativas dos professores, dos educando, da escola, enfim da educação municipal como um todo, pois são formas diferenciadas de aplicar os conteúdos com a premissa de construir o conhecimento recíproco do fazer pedagógico diário e no ensinar e aprender tendo como alvo o educando.



As oficinas de estudo foram desenvolvidas conforme crongrama em anexo e em conformidade com objetivos e conteúdos planejados e apresentados pelos Professores Formadores das áreas Língua Portuguesa e Matemática.

Saliento ainda que a 1.ª etapa do Gestar II aconteceu dentro da normalidade, com êxito no trabalho executado, inovando a metodologia do ensino que obteve com boa aceitação dos professores cursistas, educandos, coordenação pedagógica da escola e demais envolvidos no programa.

Acreditamos que essa nova prática educativa é uma proposta que, além de motivar os educadores envolvidos, também geram grande satisfação dos educandos pela forma diferenciada de expor os conteúdos nas aulas específicas.

Com a premissa de melhorar o trabalho educacional do nosso município e também com a prioridade de proporcionar momentos de estudo e reflexão da prática pedagógica dos educadores, entendemos ser muito importante o desenvolvimento do Programa Gestar II, pois, o mesmo abre horizonte para a nova política educacional dos municípos, estados e país.





Doutor Ricardo/RS, 22 de setembro de 2009.


VÃNIA MARIA CIMA
Professora Coordenadora – Progrma Gestar II
Município de Doutor Ricardo - RS

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Oficina 10

TP 5 – Oficina 10 – Unidade 20
Dia 11 de agosto de 2009

Busca a Sombra, o Silêncio e a Solidão: três SS
Três serpentes do teu Paraíso Interior.
Prova o fruto que, assim, tu mesma te ofereces:
Chama-se Pensamento e é até melhor que o amor...
Guilherme de Almeida


Coesão textual

Relações lógicas no texto


Objetivos

- identificar elementos lingüísticos responsáveis pela continuidade de sentidos em um texto;
- analisar mecanismos de coesão referencial;
- analisar mecanismos de coesão seqüencial;
- identificar relações lógicas de temporalidade e de identidade na construção de sentidos do texto;
- analisar efeitos de sentidos decorrentes da negação;
- analisar relações lógicas de construção de significados implícitos na leitura e na produção de textos.

Retomada do processo de estudo e questionamento sobre as unidades.

“ Eu sei escrever,
Escrevo cartas, bilhetes, lista de compras,
composição escolar narrando o belo passeio
à fazenda da vovó que nunca existiu
porque ela era pobre como Jó.”
Adélia Prado

Iniciamos esta oficina analisando o texto e abrimos uma discussão sobre as atividades de produção de texto, pois elas precisam fazer sentido para o aluno.
Para trabalhar a unidade 19 e melhor interpretá-la convidei um grupo de alunos, anteriormente preparados para uma apresentação.

Obs.:
Poderia ter feito a atividade com professores, porém tenho apenas uma cursista.
Fiz a leitura, pausadamente, do poema “Tecendo a manhã” de João Cabral de Melo Neto:
Tecendo a manhã
Um galo sozinho não tece uma manhã:
ele precisará sempre de outros galos.
De um que apanhe esse grito que ele
e o lance a outro; de um outro galo
que apanhe o grito que um galo antes
e o lance a outro; e de outros galos
que com muitos outros galos se cruzem
os fios de sol deseus gritos de galo,
para que a manhã, desde uma teia tênue,
se vá tecendo, entre todos os galos.

E se encorpando em tela, entre todos
se erguendo tenda, onde entrem todos,
se entretendendo para todos, no toldo
(a manhã) que plana livre de armação.

A manhã, toldo de um tecido tão aéreo
que, tecido, se eleva por si: luz balão.
João Cabral de Melo Neto

Enquanto isso o grupo de alunos, em círculo, com um rolo de barbante iniciou a “tessitura da manhã”. A cada pausa da leitura, o aluno que estivesse com o rolo de barbante jogava a outro a sua frente, segurando a sua parte com firmeza, e assim sucessivamente, num cruzamento contínuo, tecendo a teia, a tela de toldos, até o antepenúltimo verso. Na leitura dos dois últimos versos, os alunos ergueram os braços, suspendendo a teia/tela, simbolizando o toldo de todos.
Após a apresentação comentamos o processo.
“A coesão textual é um mecanismo linguístco que articula as informações de um texto, relacionando sentenças com o que veio antes e com o que virá depois, no propósito comunicativo de, conjuntamente, tecer o texto.” (TP 5 pág.122)

Seguindo, lemos o texto de Marina Colassanti “A moça tecelã”.
Posteriormente, a professora apresentou a atividade Avançando na prática, que desta vez escolheu a da página 130. Analisamos a construção das significações e seus efeitos no poder de convencimento.


Avaliação

É interessante observar como nossas discussões tem ganhado “assunto e vocabulário” depois do estudo dos TPs. A imaginação voa, a compreensão melhora, as idéias vêm e vem também a frase: - Meu Deus, como não pensei nisso antes?

Oficina 9

TP 5 – Oficina nº 9 – Unidade 18
Dia 28 de julho de 2009

A palavra abriu caminho na atenção do príncipe, e era cheia de portas. Um viajante, disse seu pensamento, um homem que anda pelo mundo, um homem para quem o mundo é um leque que se pode abrir.”
Marina Colassanti


Estilística
Coerência textual

Objetivos
- Compreender a noção de estilo no domínio da linguagem e o objetivo da estilística;
- reconhecer alguns recursos expressivos ligados ao som e à palavra;
- relacionar os discursos direto, indireto e indireto livre a alguns recursos expressivos da frase e da enunciação;
- identificar elementos lingüísticos responsáveis pela continuidade de sentidos em um texto;
- analisar mecanismos de coesão referencial;
- analisar mecanismos de coesão seqüencial.


Retomada do processo de estudo e questionamento sobre as unidades.

Levei para a oficina vários textos publicitários, os quais deixei espalhados sobre a mesa. Discutimos sobre a linguagem visual e verbal. Em seguida analisamos o texto “Convite” de José Paulo Paes da pág. 27 e resolvemos as questões propostas pelo texto “Palavras são palavras...” de Celso Ferreira Costa da pág. 36 e respectivo questionamento..
Nesta oficina a professora cursista apresentou a atividade Avançando na prática da pág. 50 e 51 e apresentou textos muito bem elaborados pelos alunos.

Desenvolvemos em seguida a atividade proposta na oficina 9. O texto publicitário “Furnas. Uma empresa cada vez mais verde, amarelo, azul e branco, o que nos possibilitou muitas informações sobre o texto e como interpretar com mais facilidade demais textos.

Avaliação
Finalizamos esta oficina com observações de como estamos aprendendo com este estudo, pois descobrimos muitas formas prazerosas de trabalhar com os textos, o que empolga os alunos, principalmente.

Provocamos a curiosidade sobre os próximos temas:Coesão textual e relações lógicas no texto.

Oficina 8

TP 4 – Oficina nº08 – Unidade 16
Dia 14 de julho de 2009

É preciso voar...
É preciso voar... voar; voar, voar...
Descobrir o que há por trás do muro
O presente já é quase o passado
Voar pra buscar futuro
E voar...
Zé Geraldo


Mergulho no texto

A produção textual- Crenças, teorias e fazeres


Objetivos

- Conhecer as várias funções e formas de perguntas, na ajuda à leitura do aluno;
- utilizar procedimentos que levem à determinação da estrutura do texto;
- utilizar procedimentos adequados para atingir o objetivo de ler para aprender;
- identificar as crenças e teorias que subjazem às práticas de ensino da escrita;
- relacionar as práticas comunicativas com o desenvolvimento e o ensino da escrita com processo;
- identificar dimensões das situações sociocomunicativas que auxiliam no planejamento e na avaliação de atividades de escrita.


Retomada do processo de estudo e questionamento sobre as unidades

Iniciamos nossa oficina revendo alguns aspectos das aulas anteriores.
Em seguida trabalhamos a Seção 1 da unidade 15 “Por que e para que perguntar”
Levei para a oficina o livro “Livro das perguntas” de Pablo Neruda, um livro que traz perguntas em forma de poesia.
“Quantas perguntas tem Dom Pablo? Tantas, nos conta Ferrer, quantas têm os labirintos. E reconta cenários que servem para indagar: portas e fechaduras, cortinas e escadas, livros e folhas. Tantas folhas quantas têm as árvores.”
(Angela-Lago)

Lemos algumas partes do livro, analisamos as ilustrações e discutimos de que maneira trabalhar com os alunos e a importância de incentivá-los com perguntas, pois como o próprio TP diz “Filósofos têm insistido em que o crescimento vem não exatamente de saber respostas, mas de saber perguntar”.

Estudamos o texto “Admirável mundo louco” de Ruth Rocha, pág. 118 e respondemos as questões das págs. 119 e 120.

Em seguida a professora cursista apresentou o Avançando na prática que desenvolveu com seus alunos de 5ª e 6ª séries. Escolheu o Avançando na prática da Seção 2, pág. 133, em que os alunos deram sequência ao diário. Os textos ficaram bastante interessantes e diversificados e todos eles apresentaram a tranquilidade da vida no campo, uma vez que residem na zona rural.

Seguindo a oficina analisamos a poesia “Eu é que pergunto para a caneta” de Gabriel Pensador pág. 161 Seção 1 e “A mão do poeta” de Leo Cunha págs. 162 e 163.

Comentamos os demais textos da unidade 16 e desenvolvemos a atividade proposta pelo TP da oficina 8.

Discutimos sobre o projeto “A hora da leitura” que vem sendo desenvolvido na escola há bastante tempo.

Para finalizar apresentamos as próximas unidade: Estilística e Coesão textual.


Avaliação

As unidades estudadas têm acrescentado muito em nossas atividades e planejamentos.

Oficina 7

Oficina Palestra
Dia 30 de junho de 2009

TP4 – oficina nº 7 – Unidade 14
Dia 01 de julho de 2009

“Lutar com palavras
é a luta mais vã.
Entretanto lutamos
Mal rompe a manhã.
Lava, escorre, agita
A areia. E enfim na bateia,
fica uma pepita.
Guilherme de Almeida


Leitura, escrita e cultura
O processo da leitura

Objetivos
- Refletir sobre os usos e as funções da escrita nas práticas do cotidiano;
- relacionar o letramento com as práticas de cultura local;
- produzir atividades de preparação da escrita, considerando a cultura local, a regional e a nacional;
- reconhecer texto e leitor como criadores de significados;
- relacionar objetivos com diferentes textos e significados de leitura;
- conhecer a amplitude e o papel do conhecimento prévio na leitura.

Retomada do processo de estudo e questionamento sobre as unidades
Nesta oficina, começamos dando a palavra ao cursista para falar do questionamento lançado na última oficina. Gerou-se muita discussão sobre esse assunto e sobre o projeto da “Hora da leitura” que é desenvolvido na escola, semanalmente.

Continuando, respondemos e discutimos as atividades da seção 1 “O letramento” – pag. 16. Em seguida lemos os depoimentos de Pativa de Assaré e de Paulo Freire – págs. 18 e 19 quanto à leitura e escrita.
Em seguida a professora cursista relatou sobre o Avançando na Prática, cuja atividade desenvolvida foi a da página 31. Discutimos sobre esta atividade, a qual rendeu muitas informações aos alunos e aos professores.
Apresentamos a poesia ‘Cidadezinha Qualquer” de Carlos Drummond de Andrade. Analisamos a poesia, ouvimos o comentário do professor cursista e discutimos sobre o autor e sua obra. Apresentamos também, fotos de Itabira (antiga e moderna).



Comparamos com as poesias da aluna Maeli Tuani Castoldi e de Mario Quintana.

Minha querida cidade
A cidade onde vivo
É berço de muita alegria
As pessoas trabalham e
Divertem-se todo dia.
Na escola onde estudo
Tem muita paz e amor,
Uma biblioteca com bons livros
Para satisfação de um bom leitor.

Os pássaros que cantam livremente
Na minha terra de poesia,
Alegram muito o sol
Que clareia nosso dia.

Na minha Doutor Ricardo
Faça chuva ou faça sol
Há sempre tempo e espaço
Para o nosso bom futebol.

Venha para Doutor Ricardo
A minha amada cidade

É terra de gente hospitaleira
E muita felicidade!
Maéli Tuani Castoldi

Cidadezinha
Cidadezinha cheia de graça...
Tão pequenina que até causa dó!
Com seus burricos a pastar na praça...
Sua igrejinha de uma torre só...

Nuvens que venham, nuvens e asas,
Não param nunca nem um segundo...
E fica a torre, sobre as velhas casas,
Fica cismando como é vasto o mundo!...

Eu que de longe venho perdido,
Sem pouso fixo (a triste sina!)
Ah, quem me dera ter lá nascido!

Lá toda a vida pode morar!
Cidadezinha... Tão pequenina
Que toda cabe num só olhar...
Mário Quintana


Avaliação

Fizemos a avaliação do nosso encontro com uma discussão bastante interessante e comparamos nossas conclusões à de Pontecorvo:
“[...] a compreensão é um ato interpretativo e criativo, determinado pelas intenções e pelo conhecimento de quem lê não somente pelas palavras de quem escreve.
Convém, assim, diferenciar o “ler” do “compreender o texto”. O ler está relacionado com o reconhecer as palavras e os seus significados. A compreensão do texto utiliza essas palavras para construir imagens, pensamentos, raciocínios.”
(Pontecorvo, 1999:146)

Oficina 6

TP 3 - Oficina nº 6 – Unidade 12

Dia 16 de junho de 2009

“... há momentos na vida do homem em que é imperativo conferir propriedades novas às coisas, propriedades que podem suplantar as quais lhes são imanentes.”
Carlos Drummond de Andrade


Tipos textuais

A interrelação entre gêneros e tipos textuais


Objetivos

- Caracterizar sequências tipológicas narrativas e descritivas;
- Caracterizar sequências tipológicas injuntivas e preditivas;
- Caracterizar sequências tipológicas expositivas e argumentativas como dois aspectos do tipo dissertativo;
- Relacionar sequências tipológicas à classificação de gênero;
- Analisar sequências tipológicas em gêneros textuais;
- Reconhecer a transposição de um formato de gênero textual para outro.


Retomada do processo de estudo e questionamento sobre as unidades.

No dia 16 de junho de 2009 realizamos a segunda Oficina referente ao TP3. A professora, já mais entusiasmada com a aplicação das atividades comentou que os AAAs são de bastante valia para suas aulas. Comentou também que o projeto de poesia exposto na última Oficina está agradando a maioria.

Analisamos as 3 seções da Unidade 11. Refletimos sobre o texto “Fuga”, página 106 e respondemos as questões propostas. Em seguida analisamos as 3 seções da Unidade 12 e nos aprofundamos na crônica “Artes Marciais” de Luiz Fernando Veríssimo e resolvemos a atividade 4 da página 156. Surgiram algumas dúvidas que foram sanadas, na sua maioria, com revisão das unidades.

A professora comentou sobre o trabalho que desenvolveu com o Avançando na prática da página
109 e como foi possível perceber a criatividade
que os alunos demonstram ter quando são incentivados. Observou também que as atividades dos AAAs auxiliou-a a trabalhar as classes gramaticais com mais facilidade.

Em seguida analisamos o texto “Composição: O salário mínimo” do humorista Jô Soares. Após a análise do texto surgiu o comentário de que logo nas primeiras linhas do texto nos reportamos às redações de nossos alunos. Surgiu uma discussão muito interessante e pudemos observar que muitas das atividades propostas nestes TPs são parecidas das que já vínhamos desenvolvendo.


Avaliação

Esta oficina foi bastante interessante e chegamos a conclusão que quanto mais avançamos mais fácil fica e mais aprendemos.
Para encerrar, lançamos as questões propostas pelo TP e que serão tema das próximas unidades:
- O que a palavra letramento traz a sua mente?
- o que a sua intuição diz a respeito deste termo?
- Como você acha que leitura, escrita e letramento se relacionam?


Exposição de poesias feitas pelos alunos:

Oficina 5

TP 3 - Oficina nº 05 - Unidade 10

Dia 02 de junho de 2009
“Quanta coisa eu contaria se pudesse E soubesse ao menos a língua como a cor.”
Candido Portinari
Gêneros Textuais: do intuitivo ao sistematizado
Trabalhando com gêneros textuais

Objetivos
- Identificar diferenças e semelhanças na organização de textos utilizados em diversos contextos de uso lingüístico;
- Relacionar gêneros textuais com competência sócio-comunicativa;
- Identificar características que levam à classificação de um gênero textual;
- Distinguir características de gênero literário e de gênero não-literário;
- Caracterizar gênero poético, de acordo com a função estética da linguagem;
- Caracterizar uma das formas de realização do gênero poético: o cordel.

Retomada do processo de estudo e questionamento sobre as unidades

No dia 02 de junho de 2009 iniciamos nossa primeira oficina referente ao TP3 – Unidades 9 e10. Como primeiro momento, retomamos as discussões sobre o Guia Geral, iniciadas na Oficina Introdutória, e esclarecemos algumas dúvidas. Em seguida apresentamos um slide sobre valorização pessoal e fizemos uma discussão a cerca do mesmo, que foi bastante interessante. Seguindo, fizemos uma análise dos textos abordados na unidade 9 e 10 a qual gerou muita discussão sobre gêneros. Foi muito proveitosa a discussão e chegamos a conclusões sobre gêneros que antes desconhecíamos. Discutimos também como trabalhar a gramática em concordância com o texto. Em seguida distribuímos vários textos para identificar o gênero. A seguir, analisamos a atividade proposta pelo TP- o texto 1 da oficina “Poema tirado de uma notícia de jornal” de Manuel Bandeira.

A professora cursista relatou sobre as atividades desenvolvidas com os alunos, os quais ficaram muito entusiasmados com o trabalho, assim que ela entregou uma pasta para cada aluno guardar seus trabalhos referentes ao projeto.


A professora confessou sua apreensão em relação ao projeto, pois acreditava que não venceria os conteúdos. Além de desenvolver várias atividades do AAA, desenvolveu o “Avançando na prática” da Unidade 10- Seção 2, pagina 74 - O Gênero poético. Propôs aos alunos um projeto para levar a poesia a alguns locais públicos e privados do município. Um trabalho bastante interessante do qual os alunos gostaram muito. Envolvendo o projeto também, os alunos apresentaram aos pais, teatros com fábulas de Monteiro Lobato.

Apresentamos a poesia “Cordel adolescente, ó xente!” de Sylvia Orthof, fizemos a leitura dramática, assumindo, respectivamente, o papel da narradora e dos personagens Bertulina e o cangaceiro. Analisamos a estratégia empregada pela cordelista para atrair a atenção das pessoas, o tema do cordel e a história narrada pelo mesmo.

Avaliação
Neste dia a oficina foi bastante proveitosa, ensinamos e aprendemos, apesar das dúvidas e dificuldades.
Para encerrar a oficina lançamos a pergunta:- Nestes últimos dias estudamos sobre gêneros textuais e, o que você sabe sobre tipos textuais?

Entrega de material

Entrega do material à professora cursista na abertura das oficinas

Profª Cursista

DADOS DE IDENTIFICAÇÃO DO PROFESSOR CURSISTA E SUAS TURMAS

Clélia Cecília Brunetto Bertotti, nascida no dia 22- 05- 55 na cidade de Ilópolis RS, atualmente mora na comunidade de Linha Bonita Alta, Doutor Ricardo RS, casada, professora há mais de 25 anos, formada no Curso Superior Letras- Português -Literatura na Universidade de Santa Cruz do Sul – UNISC-RS em 2003, atua com 5ª e 6ª série na Escola Municipal de Ensino Fundamental Olavo Bilac de Doutor Ricardo – RS.

RG: 2016755213
CPF: 42480430-53
E- Mail: cleliabrunettobertotti@yahoo.com.br


Dados de Identificação da turma

Escola Municpal de Ensino Fundamental Olavo Bilac
Ano: 2009
Série: 5ª
Professora da turma: Clélia Cecília Brunetto Bertotti

Alunos
Caroline Hecher
Cleiton de Freitas
Diane Brandão
Diego Kalinski
Eduardo João Prestes
Gabrielli Sartori
Guilherme Caumo
Jéssica Marder
Larissa Tassi
Liziane Karen de Moraes Alexandre
Mateus Roveda
Renata Luiza Slaifer
Taíne Ubertti
Vinicius Pedro Fraporti
Vilmar da Silva Cavalheiro

A turma é composta por 15 alunos, todos oriundos do meio rural, sendo oito do sexo feminino e sete do sexo masculino, a turma é heterogênea, das oito meninas duas apresentam dificuldades na escrita e na leitura, as demais são ativas, interessadas, participativas, questionam e querem algo a mais, vão além do exigido. Dos sete meninos um apresenta sérias dificuldades na leitura, escrita e interpretação e os demais acompanham normalmente as atividades, porém com menor intensidade que as meninas.


Dados de identificação da turma
Escola Municipal de Ensino Fundamental Olavo Bilac
Ano: 2009
Série: 6ª
Professora da turma: Clélia Cecília Brunetto Bertotti

Alunos
Aline Da Rosa
Bárbara Golin Andreoli
César Brandão
Cristiane Corneli
Jeniffer Christ
Juliano Valério
Kelli Karine Carvalho Da Silva
Marcos Paulo Dutra
Pâmela Hoffmam
Vacilaine De Fretas
Bárbara Regina Alexandre

A turma da 6ª série é composta por 11 alunos, oito do sexo feminino e três do sexo masculino, todos oriundos do meio rural. A turma é heterogenia, uma das meninas tem muitas dificuldades de aprendizagem, falta de concentração e atenção; as outras apresentam bom rendimento, são ativas, participativas, questionadoras, vão além do que é proposto, enquanto os meninos enfrentam várias dificuldades, não conseguem se concentrar, ficam na superficialidade e acreditam que assim está bom.

Cronograma de atividades


DATA/ UNIDADE/ OFICINA/ Nº DE HORAS
  • 19/05/2009- Abertura do Gestar II: Introdutória, 4 horas
  • 02/06/2009-(09 e 10)TP 3 – Oficina 05- Gêneros Textuais: do intuitivo ao sistematizado
    Trabalhando com Gêneros Textuais, 4 horas
  • 16/06/2009- (11 e 12 )TP 3 – Oficina 06-Tipos Textuais: Interrelação entre e gêneros e tipos textuais, 4 horas
  • 18/06/2009-Oficina: Motivação, 4 horas
  • 30/06/2009- Oficina livre, 8 horas
  • 01/07/2009 (13 e 14)-TP 4 - Oficina 07: Leitura escrita e cultura, O processo da leitura, 4 horas
  • 14/07/2009 (15 e 16)-TP 4 - Oficina 08:Mergulho no texto, A produção textual – crenças,teorias e fazeres,4 horas
  • 28/07/2009(17 e 18)TP 5 - Oficina 09: Estilística, Coerência textual, 4 horas
  • 04/08/2009(19 e 20)TP 5 – Oficina 1: Coesão textual, Relações lógicas no texto, 4 horas

fotos de abertura


Abertura do Gestar II para todos os professores


Encontro com os professores formadores, diretora de escola, prefeito municipal e secretária de Educação