OFICINA 2: TP1 – UNIDADE 4
Dia 24 de novembro de 2009.
O texto como centro das experiências na ensino da língua
A intertextualidade
“Não lemos todos um mesmo texto da mesma maneira. Há leituras respeitosas, analíticas, leituras para ouvir as palavras e as frases, leituras para reescrever, imaginar, sonhar, leituras narcisistas em que se procura a si mesmo, leituras mágicas em que seres e sentimentos inesperados se materializam e saltam diante de nossos olhos espantados.” (José Morais)
A professora apresentou o Avançando na Prática da página 136 e salientou a importância de observar a fala dos “mais velhos”.
Lemos e discutimos o texto “A língua” proposto na oficina e discutimos muito sobre as fábulas e como são trabalhadas com os alunos. Eles gostam muito de dar outro final às mesmas, talvez adaptando o texto a sua vida real.
“Histórias não garantem a felicidade nem o sucesso na vida, mas ajudam. Elas são como exemplos, metáforas que ilustram diferentes modos de pensar e ver a realidade e, quanto mais variadas e extraordinárias forem as situações que elas contam, mais se ampliará a gama de abordagens possíveis para os problemas que nos afligem. “( Diana Lichtenstein Corso e Mario Corso)
“A ficção, infantil ou adulta, supre os indivíduos de algo que não se encontra facilmente em outros lugares: todos precisamos de fantasia, não é possível viver sem escape. Para suportar o fardo da vida comum é preciso sonhar.”( Diana Lichtenstein Corso e Mario Corso)
Nesta oficina discutimos muito sobre o nosso trabalho, os objetivos alcançados, nossas conquistas, nossos fracassos...
... e o resultado final é gratificante
Quanto mais aprendemos, mais queremos aprender...
Quanto mais ensinamos, mais queremos ensinar...
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