“Todo dia duzentas milhões de pessoas levam suas vidas em Português. Fazem negócios e escrevem poemas. Brigam no trânsito, contam piadas e declaram amor. Todo dia, a língua portuguesa renasce em bocas brasileiras, moçambicanas, goesas, angolanas, japonesas, cabo-verdianas, portuguesas, guineenses. Novas línguas mestiças, temperadas por melodias de todos os continentes, habitadas por deuses muitos mais antigos, e que ela acolhe como filhos. Língua da qual povos colonizados se apropriam e que devolvem agora, reiventada. Língua que novos e velhos imigrantes levam consigo para dizer certas coisas que nas outras não cabe. Toda noite, duzentas milhões de pessoas sonham em português”
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No filme “Línguas: Vidas em Português”, Vitor Lopes coloca a voz na boca do personagem em uma conversa fazendo o telespectador entender que a língua é movimento, emoção e também um instrumento de dominação.
“Não há uma língua portuguesa, há línguas em português.”
José Saramago
O indivíduo constrói sua identidade por meio da língua, aprendendo com o outro, com as diferenças e é interagindo que enriquece na fala e cultura.
Com “Línguas: Vidas em Português” o indivíduo se emociona, pois se dá conta de que apesar de todas as diferenças, a língua é um elo que aproxima, enriquece e mestiça o povo lusitano.
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No filme “Línguas: Vidas em Português”, Vitor Lopes coloca a voz na boca do personagem em uma conversa fazendo o telespectador entender que a língua é movimento, emoção e também um instrumento de dominação.
“Não há uma língua portuguesa, há línguas em português.”
José Saramago
O indivíduo constrói sua identidade por meio da língua, aprendendo com o outro, com as diferenças e é interagindo que enriquece na fala e cultura.
Com “Línguas: Vidas em Português” o indivíduo se emociona, pois se dá conta de que apesar de todas as diferenças, a língua é um elo que aproxima, enriquece e mestiça o povo lusitano.
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